Este trabalho analisa a afirmativa “O consciencioterapeuta
há de ser aquela conscin relativamente feliz e bem centrada. Quem
é feliz pode cuidar muito melhor de outra pessoa” (Vieira, 2013, p. 431),
explicitando a conexão entre a vida equilibrada do assistente e a habilidade
superior de cuidar e assistir. Intenciona contribuir para a qualificação
do consciencioterapeuta na condução de casos paraclínicos por meio da
Paraterapêutica pela Homeostática. A parametodologia de pesquisa teática
é composta pela experiência consciencioterápica dos autores, linhas
de investigações e de registros individuais e levantamento bibliográfico.
De início, há breve exposição sobre aspectos relativos ao conceito de
consciencioterapeuta feliz e bem centrado. Em seguida, apresentam-se
reflexões teáticas sobre a influência positiva da felicidade superior e do
autocentramento consciencial na paraimunidade consciencioterápica.
Na sequência, detalham-se observações relevantes atinentes à condução
heteroconsciencioterapêutica e apresentam-se 2 casos paraclínicos. Por
fim, demonstram-se possíveis neoacepções evolutivas relativas à felicidade
e ao centramento do consciencioterapeuta.
Conscientiotherapia Ludmilla Alkmim, Marco Almeida Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09-11)
O presente artigo tem o objetivo de compartilhar a autexperimentação
e as autorreflexões sobre a invéxis, a partir do trinômio Invexologia-
Consciencioterapeuticologia-Seriexologia, especificamente o efeito
paraterapêutico
holobiográfico pela inversão existencial. A metodologia
é sustentada
primordialmente na autoconsciencioterapia da autora, a partir
de recorte da aplicação da invéxis na adultidade, em fase de preparação da
proéxis (Ano-Base: 2022). Constatou-se um dos valores basilares da invéxis,
desde a infância: o valor pessoal da interassistencialidade. Retratou-se o estilo
de vida autevolutivo ao modo teático e singular desta autora, mostrando
os parandítodos inversivos frente aos resquícios de temperamentos regressivos.
A conclusão do trabalho aponta que, ainda que não tenha chegado
à fase executiva, já se observa o efeito paraterapêutico da aplicação da invéxis
na holobiografia da consciência. Entretanto, afirma-se que a constância
e o empenho do sinergismo vivenciado pela conscin inversora-autoconsciencioterapeuta
é que auxiliará o desenvolvimento e o completismo da
autoproéxis.
Conscientiotherapia Ludmilla Alkmim Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
O desenvolvimento da autoimunidade consciencial é desejável
aos intermissivistas interessados em alcançar o patamar evolutivo da desperticidade.
O objetivo deste artigo foi descrever o desenvolvimento da autoimunidade
psicossomatológica, a fim de facilitar a autoconsciencioterapia
despertológica. A metodologia consistiu na autoconsciencioterapia da autora,
nas experiências estudantil e profissional na área da saúde, notadamente da
psicologia hospitalar, no voluntariado conscienciológico enquanto consciencioterapeuta
e na observação de compassageiros evolutivos intermissivistas
e não-intermissivistas, além de consulta à bibliografia conscienciológica
e psicológica. O estudo expõe as variáveis da autoimunidade psicossomatológica,
a saber: genética, mesologia, epigenética e paragenética. Também
discorre sobre a correlação entre a autocognição das tonalidades afetivas
e a autoparaimunologia psicossomatológica, refletindo sobre as autovacinas
e paravacinas conscienciais. Conclui apresentando o paradoxo no qual a homeostase
da interassistencialidade parapsíquica avançada é gerada ao saber
sentir a dor do outro, sem sofrimento pessoal.
Conscientiotherapia Ludmilla Alkmim Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
O autoparadigma é a forma de pensar, sentir, perceber, interpretar, agir
e responder em determinado momento evolutivo de cada consciência. O presente artigo
explana a autoconsciencioterapia aplicada à transição do autodogmatismo à autoparacientificidade.
Para isso, foram coletados dados autopesquisísticos desde 2016, ano de ingresso
nos estudos da Conscienciologia. Com a mudança para Foz do Iguaçu, PR, para
aprofundamento pesquisístico nessa Ciência, a autora identificou estar em crise de crescimento,
cuja paraetiologia era o conflito autoparadigmático, sustentado pelo afeto deslocado,
ou síndrome da ectopia afetiva. A autoparaterapêutica realizada teve por base
4 premissas da paracientificidade a autexperimentação, o autoparapsiquismo, a autorreflexão
e o autodiscernimento construindo neocognições sobre afetividade, amizade,
assistência, comunicação, liberdade e liderança, por exemplo. Os indicadores de autossuperação
auxiliaram no monitoramento da transição, valorizando as viradas de chave
e reforçando as necessidades autevolutivas. O fluxo proexológico pessoal foi indicador
central e efeito homeostático do andamento e aprofundamento da autoconsciencioterapia.
Conscientiotherapia Ludmilla Alkmim Ano 11, N. 12, Setembro, 2022 (2022-09)